quinta-feira, 27 de outubro de 2016

Testes Clínicos planejam utilizar células-tronco para restaurar o tecido do coração

Equipes de pesquisadores da Cedars-Sinai Heart Institute, Minneapolis Heart Institute, Scripps Medical Center, University of California em San Diego, Duke Clinical Research Institute, Johns Hopkins Hospital e Columbus Biometrics estão planejando realizar um teste clínico com uma mistura de células cardíacas e células-tronco mesenquimais em pacientes que sofreram ataque cardíaco. O objetivo é regenerar o tecido do coração e melhorar sua função em pacientes que sofreram de infarto do miocárdio.  Veja mais sobre o estudo aqui!!

Os pesquisadores preveem um aumento no numero de infartos de miocárdio visto que a população está envelhecendo mais e devido ao estilo de vida adotado. Com isso esta terapia pode beneficiar muitos pacientes.
O transplante já se mostrou eficiente em pacientes com infarto do miocárdio. Entretanto os pesquisadores vão aumentar o numero de integrantes do estudo. Os pacientes receberão células-mesenquimais de doadores, visto que não é possível retirar células mesenquimais em uma pessoa com infarto de miocárdio e ter células-tronco prontas à tempo do transplante. Os pesquisadores acreditam que estas células-tronco do doador tem baixo potencial de serem rejeitadas após o transplante, mas se estes pacientes tivessem suas células-tronco já guardadas o resultado seria melhor.

Se os pacientes tivessem guardado as células-tronco mesenquimais do cordão umbilical, dente ou gordura não iriam precisar de doadores no caso de um infarto. Por isso a StemCorp sempre alerta para a importância de armazenar as células-tronco mesenquimais para uso futuro, assim você terá células-tronco prontas em casos onde suas células-tronco mesenquimais não podem ser retiradas a tempo de serem utilizadas (queimaduras, infartos...).

quinta-feira, 20 de outubro de 2016

O uso das células-tronco mesenquimais ultrapassa o de células-tronco hematopoiéticas nas pesquisas

Os artigos científicos publicados são um parâmetro de análise tendências de novas tecnologias, incluindo as possíveis terapias que virão para o mercado nos anos seguintes.
Os cinco dos tipos de células-tronco mais utilizados ​​na pesquisa são as células embrionárias, mesenquimais, as hematopoiéticas, neuronais e as pluripotentes induzidas. Se analisarmos as publicações científicas que utilizam estas células-tronco em bases de dados podemos ter uma amostra de como está a tendência de uso destas células.  
Como base de dados temos: O PubMed - Serviço da Biblioteca Nacional de Medicina dos Estados Unidos;  e os Institutos Nacionais de Saúde (NIH), contém mais de 19 milhões de artigos científicos desde os anos 50. 
A análise de bases de artigos científicos comparando estes cinco tipos de células-tronco mostrou que, recentemente, existe uma mudança no padrão de publicações. Indicando então uma preferência na utilização de um tipo destas células na pesquisa, veja os gráficos abaixo.





Como podemos observar no gráfico acima, as células-tronco hematopoiéticas foram o tipo mais utilizado em pesquisas até 2014 nas pesquisas. Já no ano passado houve uma mudança, as células-tronco mesenquimais, pela primeira vez, ultrapassaram as células hematopoiéticas.
Além disso, as células mesenquimais foram o único tipo de células-tronco dos cinco analisados ​​que tiveram um aumento de publicações científicas 2014-2015. Todos os quatro dos outros tipos tiveram uma diminuição.
Esta tendência mostra o aumento no uso de células-tronco mesenquimais e o seu maior potencial. Sempre procuramos embasar nosso conhecimento em artigos científicos. Por isso esta mudança no número de publicações é importante para mostrar que estamos no caminho certo armazenando as células-tronco mesenquimais, visto seu maior uso.






segunda-feira, 26 de setembro de 2016

Avaliação do uso de células-tronco em pacientes que sofrem de doença degenerativa do disco



A doença degenerativa do disco (DDD) é parte do processo natural de envelhecimento. À medida que envelhecemos, os nossos discos intervertebrais perdem sua flexibilidade, elasticidade e características de absorção de choque.  Um estudo publicado revista Surgical Technology International, nos Estados Unidos, parece ter descoberto um tratamento eficaz para a doença utilizando-se células de medula óssea concentrados autólogos (BMC), que indica um resultado favorável de concentração de células- tronco na redução da dor.


O uso de células-tronco adultas é uma inovação que promete menos complicações e melhora da função em pacientes que sofrem da doença e das dores constantes. Em média, os resultados mostraram uma redução na dor de 22,8 a 29,2% em 3 meses, 24,4 a 26,3% em 6 meses e 25 a 33,2% em 12 meses.

domingo, 28 de agosto de 2016

Células-tronco mesenquimais no tratamento de Doença de Crohn

Um artigo publicado em uma revista internacional mostra a eficiência, viabilidade e a segurança da terapia baseada em células-tronco tecido adiposo para fistulas perianais da Doença de Crohn. O estudo foi desenhado como um ensaio clínico randomizado para verificar a eficácia do uso de ASC no tratamento de fístulas perianais complexas. Foram realizados transplantes de células-tronco mesenquimais de tecido adiposo em 49 pacientes com fístulas perianais complexas. Foram avaliadas a cura da fístula e qualidade de vida dos pacientes depois oito semanas e um ano. Os resultados foram animadores: a cura foi observada em 71% pacientes que receberam células-tronco mesenquimais de tecido adiposo, enquanto somente 4% tiveram remissão da doença somente com cola cirúrgica (tratamento convencional). Nenhum paciente teve efeitos colaterais mostrando que a aplicação destas células é segura. Este estudo mostra mais uma vez que as células-tronco mesenquimais de tecido adiposo podem ser utilizadas em fistulas perianais de doença de Crohn com segurança e o tratamento é eficiente em seres humanos. Alguns países já liberam o uso de células tronco mesenquimais para doença de Crohn devido aos ótimos resultados, como este, em testes clínicos.

quarta-feira, 24 de agosto de 2016

Células-tronco são uma das alternativas para tratamento de doenças renais e pulmonares


A glomeruloesclerose segmentar e focal (Gesf) é uma doença renal que dá poucas esperanças aos seus pacientes. O tratamento consiste basicamente de corticoides e imunossupressores, o que nem sempre tem boa uma resposta, já que parte dos doentes desenvolve resistência aos medicamentos e o quadro acaba evoluindo para insuficiência renal crônica. Com indicação para a hemodiálise, esses pacientes terminam engrossando as filas de transplante.

“Isso sobrecarrega e onera o sistema público de saúde. Logo, contar com uma alternativa que impeça essa evolução e permita que esses pacientes consigam viver como doentes crônicos e com melhor qualidade de vida já é um grande avanço”, fala o médico Marcelo Morales, Professor Associado da Universidade Federal do Rio de Janeiro, que estendeu suas pesquisas sobre a utilização de de células-tronco no tratamento de doenças pulmonares, como a silicose e fibrose cística, para doenças renais, como a Gesf e a nefropatia diabética. Ele acredita que, também nestes casos, em que há lesão renal, as células-tronco sejam uma opção eficiente.

Na silicose pulmonar, provocada pela inalação de poeira de sílica, um processo inflamatório lento e contínuo que vai gradativamente transformando o tecido pulmonar em tecido cicatricial. Como todos sabem, as células-tronco têm poder anti-inflamatório e antifibrótico. Elas liberam moléculas, proteínas e fatores que modulam a resposta inflamatória.

“Na silicose, pudemos perceber que, em animais, o tratamento impede a evolução da doença e ainda que já era possível aplicá-lo com segurança em seres humanos”, disse o médico.

No caso das doenças renais, o pesquisador pôde observar que as células-tronco tem o mesmo papel que nos casos de silicose. O que é um passo para uma técnica que pode melhorar a condição do paciente e as filas de transplante. 

Segundo o pesquisador, mais testes devem ser feitos para que a terapia esteja disponível para o público. Mais testes dependem de financiamento, logística e interesse do poder público para que esses procedimentos. Entretanto os dados já mostram que a aplicação de células-tronco em caso de doenças pulmonares e renais é possível e pode se tornar rotina em um futuro próximo. 

segunda-feira, 22 de agosto de 2016

Células-tronco para queimaduras: The Skin Gun - National Geographic Channel





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The Skin Gun - Utilizar células-tronco para tratamento de queimaduras
National Geographic Channel
 Os cientistas descobriram, após alguns testes, que a utilização de células-tronco pode curar queimaduras graves. A novidade veio do Instituto de Medicina Regenerativa da Universidade de Pittsburgh (EUA). A técnica é chamada de "arma de células".
O método consiste em cultivar uma mistura que inclui células-tronco do próprio paciente para obter uma quantidade suficiente. Em seguida, utilizando uma "pistola" em forma de spray, o médico responsável aplica um spray do material diluído no local do ferimento. Na superfície, capilares artificiais recebem uma solução nutricional para acelerar a recuperação, que leva apenas alguns dias.
Depois de passar por vários testes durante os últimos três anos, a "arma" já começou a ser usatlizada em voluntários. Um policial norte-americano que teve parte do rosto e um dos braços queimados foi um dos candidatos mais bem-sucedidos. Em quatro dias de tratamento, a pele já estava "seca" e sem a necessidade de curativos, o que poderia demorar semanas sem o tratamento. A recuperação total incluindo o retorno à pigmentação normal da pele são processos que podem levar meses, mas que valem a espera.
Mais um motivo para armazenar suas células-tronco para uso futuro. No caso de queimaduras graves, dependendo da extensão do ferimento e condições do paciente, não é possível a retirada de células-tronco mesenquimais para fazer a aplicação. Por isso somente células-tronco já armazenadas anteriormente podem ser utilizadas.